Alunos dispensados da 2a avaliação
Amanda Zarberian da Silva
Ana Carolina Silva
Camila Chagas Aderaldo
Daiane Marques
Débora Gomes Pereira Amaral
Diego Elias dos Santos
Fernando Henrique B. P. da Fonseca
Fernando Ribeiro Costa Silva
Flávia Uliana Lima
Gabriela Alves do Carmo
Jaeder Fernandes Cunha
Leonardo O. De Araújo Branco
Lucas Ricardo Simone
Marieli Santana
Marina Garcia de Oliveira
Nanci Espinosa
Nathaly N. Y. Shibata
Priscila de Freitas Oliveira
Renan Leocadio de Souza
Renata Cabral Barnabé
Thais da Silva Teixeira
Thalita Quachio
Thiago W. Nunes Gusmão Monteiro
Valdir Donizete dos Santos Jr.
Escrito por Brasil Independente 2008 às 00h42
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2a Avaliação
2a AVALIAÇÃO
Estão dispensados de entregar a 2a avaliação os alunos que obtiveram nota igual ou superior a 7,0 (sete) na primeira. A avaliação não deve exceder 4 páginas e deverá ser entregue no dia 1º de julho, entre as 14:00 e as 16:00 horas, na sala de aula.
QUESTÃO
A partir dos textos de Hebe Maria Mattos e Emília Viotti da Costa, discuta as afirmações de Richard Graham.
“A extinção do tráfico africano de escravos determinou uma profunda inflexão na experiência de cativeiro como até então se apresentava para os cativos aqui residentes, bem como para os que, em qualquer nível, se viam envolvidos na administração do controle social dos escravos.” [p. 343]
CASTRO, Hebe M. Mattos de. “Laços de família e direitos no final da escravidão”. In: ALENCASTRO, Luis Felipe (org.), História da Vida Privada no Brasil. Império: a corte e a modernidade nacional. São Paulo, Companhia das Letras, 1998.
“Alguns proprietários que tinham acreditado nas possibilidades de utilização do trabalho livre nas lavouras de café renunciaram à colonização, voltando-se para o braço escravo, embora os preços estivessem cada vez mais altos.” [p. 175]
COSTA, Emília Viotti da. Da senzala à colônia. 2a. ed. Campinas, Editora UNESP, 1998. Capítulo 3 “Permanência do sistema escravista”.
“A crescente necessidade de mão-de-obra numa economia cafeeira em expansão e a ascensão de grupos urbanos descontentes com a escravatura como sistema tornou a abolição uma necessidade.”[p. 67]
“No dia 13 de maio de 1888, a princesa regente assinou a Lei abolindo a escravidão no Brasil sem compensação. Durante um mês realizaram-se festas em quase todas as cidades do Brasil com fogos, discursos e desfiles. No interior, contudo, pequeno foi o júbilo. Os próprios escravos estavam desorientados sem saber o que fazer com a liberdade.” [p.77]
GRAHAM, Richard. Escravidão, reforma e imperialismo. São Paulo, Perspectiva, 1979. Capítulo “As causas da abolição da escravatura no Brasil”.
Escrito por Brasil Independente 2008 às 00h41
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